Retomada de políticas ambientais reposiciona Brasil no centro das discussões globais Triênio 2023-2025 foi marcado por reforço e recomposição de ações, fiscalização intensificada e iniciativas integradas que permitiram ao país reconquistar o protagonismo nos debates sobre meio ambiente e mudança do clima.
Triênio 2023-2025 foi marcado por reforço e recomposição de ações, fiscalização intensificada e iniciativas integradas que permitiram ao país reconquistar o protagonismo nos debates sobre meio ambiente e mudança do clima.
Preservação, conservação, fiscalização, sustentabilidade e cuidado: país voltou a ser protagonista nas discussões sobre meio ambiente
Ao iniciar o terceiro mandato à frente do Governo do Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou um cenário ambiental com taxas de desmatamento em patamares recordes, órgãos de fiscalização fragilizados, políticas ambientais desmontadas e o país isolado no cenário internacional. Simultaneamente, o Brasil enfrentava bloqueio de acordos comerciais e a paralisia do Fundo Amazônia, até então a maior e mais transparente iniciativa para redução de emissões por desmatamento e degradação florestal (REDD+) baseada em resultados no mundo.
Frente ao desafio, a pasta de Meio Ambiente e Mudança do Clima passou a liderar uma das mais abrangentes e ousadas operações de reconstrução institucional da história recente. Com o argumento de que não há desenvolvimento econômico desassociado da sustentabilidade, a gestão estabeleceu um modelo em que a preservação deixou de ser vista como obstáculo e se tornou alavanca para um projeto nacional de futuro. Como resultado, o Brasil se reposicionou como liderança global na agenda do clima.
“Ao longo dos últimos três anos, o presidente Lula transformou a política ambiental e climática em efetivamente transversal no governo, ponto crucial para que essa agenda atinja o potencial máximo de geração de desenvolvimento econômico e preservação da vida e dos ecossistemas”, destaca a ministra Marina Silva. “Não apenas recompusemos o orçamento e capacidade operacional dos órgãos ambientais. Reabilitamos a governança ambiental e derrubamos o desmatamento à metade na Amazônia e em 32,3% no Cerrado, e estabelecemos a lógica de que a proteção ao meio ambiente e o enfrentamento à mudança do clima são centrais para que tenhamos um futuro próspero e seguro, com direito à segurança alimentar e hídrica e um regime climático equilibrado”, completa.
DESMATAMENTO
» NA AMAZÔNIA CAIU 50%, com três anos seguidos de queda. De agosto de 2024 a julho de 2025, foram 5.796 km², o terceiro menor da série histórica (1988)
» NO CERRADO CAIU 32,3%, segundo ano consecutivo de redução
BOLSA VERDE
» PAGAMENTO DE R$ 600 a 84 mil famílias de 2023 até dezembro de 2025. Medida alcança 436 ÁREAS em 113 municípios
TRANSFORMAÇÃO ECOLÓGICA
» R$ 138,1 BILHÕES mobilizados via Fundo Florestas Tropicais para Sempre, Eco Invest, Fundo Clima, Fundo Amazônia e Fundo Nacional do Meio Ambinente
GOVERNANÇA DO FOGO
» EM COMPARAÇÃO com a média de 2017 a 2024, Brasil registrou, de janeiro a novembro de 2025, redução de 39,5% na área queimada nos seis biomas. DESTAQUES: Amazônia (queda de 75,8%) e Pantanal (de 93,3%)
NOVO PAC
» DESTINOU R$ 3,1 BILHÕES para linha de biocombustíveis e restauração de ecossistemas
PRIORIDADES — A prioridade foi a recomposição dos orçamentos e da força de trabalho do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Com recursos e quadro de servidores restaurados, foi possível realizar a maior contratação de brigadistas florestais federais da história para prevenir e combater incêndios florestais em 2025, adquirir equipamentos, reativar bases de operação em regiões críticas e permitir fiscalização de grande porte.

