Eduardo Sterblitch analisa as perspectivas de “E.T.” com Tatá Werneck e possibilidades na televisão aberta
Eduardo Sterblitch teve uma recepção calorosa ao estrear a peça “O Beijo no Asfalto”, escrita por Nelson Rodrigues, no Teatro Gláucio Gill, localizado em Copacabana. Na última quinta-feira (16/7), durante uma entrevista com a repórter Katharine Alves, o ator e comediante compartilhou suas impressões sobre outro projeto que tem encantado o público: “E.T.”, um programa de humor que ele apresenta junto com Tatá Werneck no canal Multishow. Sterblitch explicou os fatores que, em sua visão, contribuíram para a popularidade da atração.
Refletindo sobre o impacto do programa, Sterblitch destacou a conexão que desenvolveu com Tatá durante as gravações. Ele comentou: “Acredito que não estávamos tão preocupados em agradar; claro que queríamos fazer um bom trabalho, mas nossa maior preocupação era nos divertir. E nós realmente nos divertimos muito, então o resultado do programa reflete essa alegria e amizade entre nós.”
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Ainda refletindo sobre o tom leve da atração, ele disse: “Acho que o público consegue se identificar como se fosse um amigo próximo ou alguém da adolescência. Eles sentem essa energia divertida que geramos sem a pressão de ter que ser engraçado ou ter sucesso. Essa abordagem acabou se tornando um trunfo para nós. Eu nunca ri tanto na vida quanto durante as gravações; a Tatá realmente me faz rir muito.” Quando questionado sobre uma possível nova temporada do programa, Sterblitch manteve um ar de mistério e brincou: “Não sei. Quando algo faz tanto sucesso assim, parece que… Vou dizer que não sei para dar mais valor ao meu passe.”
No decorrer da conversa, ele também foi indagado sobre a chance de “E.T.” ser exibido na televisão aberta. Com seu humor característico, respondeu: “Ah, eu acho que TV aberta já não existe mais, certo? Mas acredito que isso pode acabar acontecendo. Não sei como exatamente… Os tubarões da Globo sabem o que estão fazendo. Nós apenas fizemos nossa parte ao nos divertir e entregar nosso ‘filhotinho’. Agora é com eles decidirem; não sei se isso vai rolar. Mas o que acontecer, continuaremos sendo soldados desse projeto”, finalizou o ator, que também dá vida ao personagem Arandir na peça em cartaz no Rio de Janeiro.