Adriana Araújo questiona a postura da deputada Eduarda Campopiano em relação ao feminicídio

 Adriana Araújo questiona a postura da deputada Eduarda Campopiano em relação ao feminicídio

A jornalista Adriana Araújo demonstrou grande emoção ao criticar as declarações da deputada Eduarda Campopiano (PL) sobre a violência contra a mulher, durante sua participação na BandNews FM nesta segunda-feira (5/10). A deputada, eleita como a mais votada do estado de São Paulo em 2026 com 1.956.238 votos, declarou que o feminicídio “não existe”.

Em sua crítica, Adriana caracterizou a afirmação de Campopiano como extremamente séria e relembrou a dura realidade da violência que as mulheres enfrentam diariamente no Brasil. Ela enfatizou a importância do feminismo como uma luta necessária por igualdade de direitos e oportunidades entre os gêneros.

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Adriana Araujo no "Programa Flávio Ricco"Reprodução: LeoDias TV

Adriana Araujo comandava o "Jornal da Record"Reprodução: Record

Adriana AraujoReprodução: Band

Adriana Araújo critica posicionamento de deputada Eduarda CampopianoReprodução/Instagram @adrianaaraujo_


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              • No encerramento de seu discurso, a jornalista direcionou suas considerações aos quase dois milhões de eleitores paulistas que apoiaram Campopiano nas urnas neste ano, indagando se todos realmente compartilham dessa visão sobre a violência enfrentada por muitas mulheres.

                “Enquanto a deputada mais votada da direita afirma que o feminicídio não existe, todos os dias mulheres são vítimas de crimes brutais como esfaqueamentos, estupros e asfixias. Crianças sofrem ao perder suas mães e mães choram ao enterrar suas filhas”, enfatizou Adriana Araújo.

                A deputada Eduarda Campopiano, que se autodenomina antifeminista, já havia declarado não considerar o feminicídio como uma categoria distinta de crime, sugerindo que esses casos sejam tratados como crimes passionais.

                “Não vejo o feminicídio como algo que exista”, declarou ela. É importante destacar que essa forma de violência é reconhecida pela legislação brasileira como homicídios cometidos contra mulheres motivados por questões de violência doméstica ou discriminação em razão do gênero.

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