Senadores do ES revelam bens que variam de R$ 116 mil a R$ 4,59 milhões

 Senadores do ES revelam bens que variam de R$ 116 mil a R$ 4,59 milhões

Nas eleições para o Senado de 2026, os 11 postulantes do Espírito Santo apresentaram seus bens à Justiça Eleitoral, com patrimônios que variam de R$ 116,5 mil a quase R$ 4,59 milhões, conforme informações compiladas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Rodney Miranda (PRTB), ex-prefeito de Vila Velha e antigo secretário de Segurança Pública, declarou o maior patrimônio, atingindo a cifra de R$ 4,59 milhões. Sua declaração inclui metade de uma propriedade rural localizada em Faina (GO), avaliada em R$ 1,67 milhão, além de um apartamento em Vila Velha que vale cerca de R$ 1,29 milhão.

O ex-governador Renato Casagrande (PSB) informou ter R$ 3,07 milhões em bens, predominantemente distribuídos em dois apartamentos. Já Fabiano Contarato (PT), que busca se reeleger, relatou um patrimônio de R$ 1,50 milhão, incluindo um apartamento em Vila Velha e um terreno em Santa Leopoldina entre seus principais ativos.

Acima da marca de R$ 1 milhão estão também o deputado estadual Sérgio Meneguelli (PSD), com um patrimônio declarado de R$ 1,19 milhão, e a ex-senadora Rose de Freitas (MDB), que apresentou R$ 1,11 milhão. Meneguelli listou um apartamento em Vitória como seu bem principal; enquanto Rose apontou uma sala comercial avaliada em aproximadamente R$ 295 mil.

Na faixa intermediária dos patrimônios estão Wellington Callegari (DC), com bens totalizando R$ 850 mil, e o senador Marcos do Val (Avante), cuja declaração soma R$ 584,1 mil. O Professor Fabian (Psol) declarou possuir R$ 264,8 mil e Leonardo Monjardim (Novo) informou um patrimônio de R$ 222 mil.

Os candidatos com os menores valores patrimoniais são Evair de Melo (Republicanos), com R$ 142,8 mil e Maguinha Malta (PL), que registrou apenas R$ 116,5 mil. As declarações englobam veículos, imóveis e aplicações financeiras; no caso de Maguinha, há também investimentos em ações e criptomoedas.

Essas declarações patrimoniais são parte integrante do registro das candidaturas e possibilitam que os eleitores verifiquem os bens dos concorrentes. Os montantes apresentados são aqueles informados à Justiça Eleitoral e podem ser atualizados durante o processo de verificação.

Fonte: Folha Vitória

Sabrina Lopes

Jornalista do Congresso Aqui, atuando na cobertura dos principais eventos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Responsável pela moderação de conteúdo e pela triagem das notícias que movimentam o Congresso Nacional e impactam o Brasil.

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