Em Pernambuco, variante ômicron já corresponde a quase 100% dos casos positivos da Covid-19

 Em Pernambuco, variante ômicron já corresponde a quase 100% dos casos positivos da Covid-19

Uma nova análise genética realizada pelo Instituto Aggeu Magalhães (IAM – Fiocruz-PE), aponta que a variante Ômicron  já corresponde a quase todos os casos positivos da Covid-19 em Pernambuco. De acordo com os dados do sequenciamento divulgado na tarde da sexta-feira, 4 de fevereiro, pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), dos 132 genomas analisados 131 (99,25%) foram identificados como a linhagem Ômicron e apenas em uma amostra, de um paciente do Recife, colhida no dia 13 de janeiro, foi identificada a variante Delta.

“Pernambuco tem se destacado, no cenário nacional, pelo sequenciamento genético de amostras de casos confirmados para a Covid-19, o que proporciona além do rastreamento da disseminação do vírus, a rápida detecção de suas variantes e o estabelecimento as medidas de controle em tempo adequado. Reforço, ainda, que este trabalho só tem sido possível graças à valorosa parceria e importante trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Instituto Aggeu Magalhães”, avaliou o secretário estadual de Saúde, André Longo.

As coletas são de pacientes de 6 municípios e foram realizadas entre os dias 06 e 19 de janeiro. Os casos da Ômicron foram registrados a partir da coleta de pacientes provenientes das cidades do Cabo de Santo Agostinho (1), Garanhuns (1), Recife (127), Santa Cruz do Capibaribe (1), Vertentes (1) e Vitória de Santo Antão (1).

“Reforço que, diante deste cenário, precisamos do engajamento de toda a população, com o respeito aos protocolos e o reforço nos cuidados, com o uso da máscara, a lavagem das mãos e o ato de evitar aglomerações. Também é de suma importância que possamos avançar com a vacinação, porque, por escapar parcialmente dos anticorpos, a Ômicron pode causar infecção em pessoas devidamente vacinadas, mas elas raramente adoecem com gravidade e morrem. Já em não vacinados tem um impacto muito pior, com reflexo direto nas hospitalizações e mortes”, reforçou André Longo.

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