Ministério das Comunicações destaca importância da TV local durante homenagem aos 35 anos da TV Asa Branca Sessão solene na Câmara dos Deputados ressaltou papel da emissora no acesso à informação, na valorização da cultura e na cobertura do Agreste pernambucano
Sessão solene na Câmara dos Deputados ressaltou papel da emissora no acesso à informação, na valorização da cultura e na cobertura do Agreste pernambucano
Foto: Diego Herculano/MCom
Nesta terça-feira (11), o Ministério das Comunicações participou, na Câmara dos Deputados, de uma sessão solene que celebrou os 35 anos da TV Asa Branca. Representando a Pasta, o secretário de Radiodifusão, Wilson Wellisch, destacou a importância do canal para o incentivo à cultura e para o acesso à informação, principalmente no interior pernambucano.
“A história da TV Asa Branca é também a história de uma televisão que ajudou a mostrar ao Brasil que o Brasil não termina nas grandes capitais. É a emissora regional que sabe qual história precisa ser contada naquela comunidade”, disse o secretário.
Por trás das câmeras e das notícias apuradas que chegam à população por meio da televisão, há o trabalho de profissionais da comunicação. O secretário ressaltou o profissionalismo de todos os envolvidos, fundamental para a consolidação da história da emissora.
“Esta homenagem é também uma homenagem aos profissionais que fazem a televisão acontecer todos os dias: jornalistas, repórteres, cinegrafistas, técnicos, produtores, apresentadores e tantos outros que construíram essa trajetória.”
A solenidade também foi uma oportunidade importante para falar sobre a nova era da televisão, a TV 3.0, que chega para transformar a forma de consumir informação na radiodifusão. “Mais do que uma evolução tecnológica, a TV 3.0 representa a oportunidade de construirmos uma televisão mais conectada, interativa e inovadora”, afirmou.
O secretário destacou também a importância de a televisão continuar sendo um veículo de prestação de serviços, de forma gratuita e acessível à população, assim como a importância da TV aberta como ferramenta de preservação da cultura e de valorização da informação local.
“A televisão aberta precisa continuar sendo aberta. Precisa continuar gratuita, acessível e presente na vida de todos os brasileiros. Inovar significa ampliar o acesso. A tecnologia pode conectar pessoas em qualquer lugar do mundo. Mas é o conteúdo local que cria identidade e pertencimento”, finalizou.

