Dislub Equador anuncia parque de tancagem no Porto do Pecém com apoio do Banco do Nordeste

Projeto de R$ 430 milhões terá capacidade para 130 mil m³ e deve gerar 500 empregos na fase de obras.

 Dislub Equador anuncia parque de tancagem no Porto do Pecém com apoio do Banco do Nordeste Projeto de R$ 430 milhões terá capacidade para 130 mil m³ e deve gerar 500 empregos na fase de obras.

Paulo Câmara afirma que desembolsos começam ainda este mês. (Foto: Fernando Cavalcante)

O Banco do Nordeste (BNB) está financiando a implantação de um parque de tancagem de combustível no Complexo Industrial e Portuário de Pecém com capacidade para armazenar 130.000 m³. O investimento total é de R$ 430 milhões, sendo R$ 343 milhões financiados pelo BNB. As obras devem ser iniciadas em janeiro de 2025 e gerar cerca de 500 empregos durante a construção. Outros 100 serão criados na fase de operação, prevista para agosto de 2027.

O cronograma das obras foi divulgado, nesta quinta-feira, 5, em evento com o governador do estado, Elmano de Freitas, presidente do BNB, Paulo Câmara, e Sérgio Lins, CEO do grupo Dislub Equador, responsável pelo projeto.

O presidente do BNB, Paulo Câmara, afirma que investimentos em infraestrutura como esse aceleram a retomada da economia que está havendo no Brasil, desde o ano passado, na gestão do presidente Lula. “Já no mês de dezembro nós vamos ter condições de desembolsar cerca de R$ 240 milhões e isso vai dar a possibilidade da empresa se planejar da forma adequada para poder executar essa obra no prazo certo e, se possível, até antecipar a data final de entrega“, diz.

O projeto no estado será executado pela Terminais Marítimos do Brasil S.A. (TMB), empresa do Grupo Dislub Equador, que tem sua sede no Recife (PE), onde já realiza outros investimentos. “Já operamos 13 parques de tancagem no país. O projeto do Pecém será o décimo quarto e maior parque do nosso grupo, gerando significativos impactos nas condições logísticas e de distribuição de graneis líquidos no estado do Ceará”, afirma Sérgio Lins, CEO do Grupo.

Os recursos contratados pelo projeto são do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e terão prazo de quitação de 240 meses, incluídos 48 meses de carência.

A TMB trabalha com depósito de mercadorias para terceiros, armazenamento de combustíveis, a mistura, a aditivação e o controle de qualidade, transporte rodoviário e fluvial de cargas em geral, e dos combustíveis derivados de petróleo, incluindo gasolina, óleo diesel, biodiesel, etanol e gás natural. A empresa tem como controladora a pernambucana Dislub Combustíveis S.A., que possui vinte sete filiais distribuídas no Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Rondônia e Tocantins.

Redação

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